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Monday, December 6, 2010
Homenaje a Lula Da Silva. XX Cumbre Iberoamericana. Mar de Plata (Video Oficial - Casa Rosada)
04 de Diciembre de 2010, Mar del Plata: A pedido de la presidenta argentina, Cristina Fernández, y con el apoyo de todos los Jefes de Estado Iberoaméricanos, se realizó un homenaje a Lula da Silva. Esta es su última sesión antes de traspasar el mando a Dilma Rousseff. "Gracias compañeros", dijo el presidente de Brasil.
"Um momento histórico da América do Sul.
Wednesday, December 1, 2010
¡Adelante Cristina! Estaremos Juntos!
¡Quando Los Hermanos Son Irmãos...
Ni oigas a el que Wikileaks ha mostrado que hablaran de ti.
Tu es muí más grande que cualquier uno o una que pueda tenerla defamada.
Tu tienes el tamaño de tuya Argentina y mi Brasil juntos.
La grandeza de nuestra América en nuestro Sur.
¡Como es bueno saber que a la continuación del trabajo de los hermanos Néstor y Lula, teñiremos ahora la ternura fuerte de dos mujeres sin iguales en la dirección de nuestro grandioso futuro!
Como ya ha dicho otro hermano inolvidable:
Todo el respecto y admiración de nosotros Brasileños por esto gran maestro, líder de nuestro continente, conductor de primera hora en la marcha histórica que enfin volvemos a empezar juntos por el más que posible sueño de una América del Sur con la digna altura y grandeza de sus riquezas y sus gentes.
¡Viva para siempre Néstor!
¡Y Viva Argentina*!
*(afuera, solamente, cuando hablemos de fútbol :))
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Monday, November 22, 2010
Oliver Stone: "Um momento histórico da América do Sul. Nada parecido desde Bolívar, desde 1820..."
"Hey... Esses caras estão mudando a América do Sul...
Antes, nós expulsávamos os reformadores, um após outro..."
Oliver Stone & Tariq Aziz
"Ao Sul da Fronteira"
no Democracy Now!
PARTE II
"Ao Sul da Fronteira"
no Democracy Now!
PARTE II
Assista à Parte 01 > O Grande Lançamento do Ano: Num Cinema Bem LONGE de Você!
Entenda, no trecho de entrevista a seguir, como um cidadão de alto nível, herói de guerra, chega a se indignar com o seu próprio país ao ver de perto tanto mal sendo feito por tanto tempo, em tantos lugares, o tempo todo.
Ao ponto de empregar o melhor de seu reconhecido talento como ferramenta de conscientização para que todos possam abrir os olhos e reagir a tantas injustiças e distorções sendo "exportadas" - ou distorcidas internamente - para prejudicar tantos países irmãos ou, talvez ainda pior, patrícios irmãos.
Países e gentes que podem perfeitamente compartilhar harmônica, próspera, pacífica e democráticamente um vasto continente abundante em recursos, capaz de propiciar um desenvolvimento pujante e, ao mesmo tempo, sustentável, solidário e justo para todos.
Dos recordistas em Oscars de Melhor Diretor, desde o início da premiação em 1928, apenas 01 foi laureado 04 vezes e apenas 02 foram laureados 03 vezes, todos falecidos. Dos laureados com 02 Oscars, apenas 04 continuam vivos, Oliver Stone entre eles, laureado por Platoon, em 1986, e Nascido em 04 de Julho, em 1989.
Muito antes, porém, Oliver Stone já havia recebido seu primeiro Oscar, em 1978, pelo Melhor Roteiro Adaptado para o legendário Expresso da Meia-Noite.
Outro de seus de filmes, Wall Street, deu o Oscar de Melhor Ator para ninguém menos que Michael Douglas.
Entre suas quase duas dezenas de sucessos aclamados por Hollywood, os filmes investigativos sobre a história, a história do presente sobretudo, acabaram virando uma de suas especialidades.
Ele já levou para as telas três presidentes americanos em JFK, Nixon e W.
Já focou na ganância do setor financeiro em Wall Street, "hit" de Hollywood, e na sua seqüência, Wall Street 2: Money Never Sleeps, lançado no Festival de Cannes em maio.
E abordou os aspectos mais controversos da guerra, em seus clássicos Platoon e Nascido em Quatro de Julho.
O aclamado Platoon é, de certa forma, autobiográfico.
Oliver Stone viveu os horrores da guerra por dentro.
Ele é Veterano da Guerra do Vietnã. E duas vezes condecorado.
Com a Estrela de Bronze e com o Coração Púrpura.
Foi exatamente depois de voltar daquela guerra sem o mínimo sentido, que Oliver Stone "sentiu-se chocado" ao não ver sentido nenhum na presença de tantos soldados do seu país, como ele o fora um dia, em tantos lugares das Américas Central e do Sul por onde ele passava, viajando, 15 anos depois de voltar do inferno no Vietnã.
Perplexo, começou a se interessar pelo assunto e buscar respostas, ou melhor, como cineasta, tentar documentar respostas em película.
Daí nasceram vários filmes sobre o continente como Salvador, Comandante e Looking for Fidel.
Em seu último filme, South of The Border (Ao Sul da Fronteira), lançado em junho tanto nos Festivais de Veneza e Cannes quanto na América Latina e Estados Unidos, Oliver Stone pega a estrada pela América do Sul e se encontra com 07 Presidentes no continente.
Suas impressões - bem como as do co-roteirista do filme, o comentarista político, historiador, ativista, cineasta, romancista e editor britânico-paquistanês Tariq Ali - não poderiam estar postas com mais clareza quanto nesta entrevista modelar concedida em junho de 2010 a Amy Goodman e Juan Gonzalez do Democracy Now!
Seu testemunho vivo, presencial, seu olhar "estrangeiro", sobre o que se passa em nosso país e em nossa tão próxima e ao mesmo tempo distante vizinhança, bem como a sua convivência permanente com as mensagens e percepções difundidas pelos meios de comunicação desde o Alaska até a Patagônia, nos dão a tão necessária medida, o contraponto equilibrado e a transparência há tanto turvada e omitida, para que possamos - em contrapêso ao côro uníssono das outras muitas fontes que, entrentanto, comungam obviamente de interesses convergentes - para que possamos balancear pesos e contrapesos e chegarmos a nossas próprias independentes e soberanas conclusões.
E que as câmeras de Oliver Stone nos tragam um pouco mais de luz para nossa ação!
Finalmente, cabe aqui repetir a assertiva: nada justifica que um filme dirigido por um dos mais premiados diretores de Hollywood e que é exatamente sobre nós e nossa história do presente, não seja divulgado e promovido exatamente entre nós como qualquer outro filme muito menos qualificado o seria.
Continuarei a legendar a brilhante entrevista de Oliver Stone e Tariq Aziz para o Democracy Now.
Para quem quiser antecipar-se, entretanto, ela pode ser encontrada com transcrição em inglês em:
Democracy Now!
Diante da virulência com que o filme foi recebido, Oliver Stone montou um "site de guerra" extremanete bem lastreado quanto às distorções na Grande Mídia Estadunidense e trazendo documentos que envolvem diretamente a CIA no Golpe-de-Estado contra Chávez em 2002. Vale conferir (em inglês) em:
South of The Border
Esta é uma discussão bastante ampla.
Engrenada à máquina da Grande Mídia estão as máquinas da Distribuição Cinematográfica, da Produção Fonográfica, da Realização de Eventos e muitas outras.
A manipulação da informação dentro de nossas fronteiras não se dissocia da mesma manipulação interna a cada país e da máquina global de propaganda, estejam todas e cada uma coordenadas ou não.
As Grandes Fábricas de Mitos.
Os Grandes Moinhos de Heróis.
O Grande Lançamento do Ano - Num Cinema Bem LONGE de Você!
A Falsa Democracia (por José Saramago) e a força do Brasil Veja também:
O Grande Lançamento do Ano - Num Cinema Bem LONGE de Você!
9/11 (Tue) > ¡Viva Chile! And peace be upon US as so!
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Friday, September 10, 2010
Enquanto Serra discursa como um "estadista" com idade mental não superior à de um menino de 05 anos de idade, vale ouvir o que "gente grande" tem a dizer.
Eike sobre Evo
Seja no Brasil, seja em qualquer potência populacional, territorial, econômica ou bélica do mundo, não me parece muito inteligente que um candidato a Presidente faça sua campanha atacando meia vizinhança (com quem hoje se convive na melhor possível das harmonias) do país que se diz pronto para governar.
Dos 10 países vizinhos, o que é "muita vizinhança" para qualquer país, o estadista-mirim candidato oposicionista (que no desespero da beira do abismo, também tem a desfaçatez de sucumbir à tentação de rememorar sua ligação de amizade com o Exmo. Sr. Presidente Lula da Silva num passado longínquo) já depreciou verbalmente, de alguma ou outra forma, metade dos países e/ou governos vizinhos como nos casos de Uruguai, Paraguai, Bolívia, Equador (quase vizinho) e Venezuela.
Por decorrência, ataca veladamente também a Argentina, nosso maior vizinho que, como no caso da Bolívia, nossa maior fronteira, segue hoje em perfeita sintonia com o projeto comum que - depois de trezentos anos de saque, submissão, subversões totalitárias em série e corrupção - vem mudando a face do continente como um todo.
Não se trata aqui de gostar ou não, aprovar ou não as lideranças democraticamente eleitas dos nossos sócios no Projeto América do Sul.
Trata-se apenas de bom senso e do respeito à soberania que devemos e, por outro lado, queremos.
No caso da Bolívia, qualquer comentário como os feitos ultrapassam o limiar do asqueroso, eivados que são, no fundo, de preconceitos contra o primeiro Presidente boliviano que tem a "cara" da maioria absoluta do seu povo e, talvez por isso mesmo, vem fazendo o melhor Governo de toda a história do seu país no mínimo desde os tempos imemoriais de Bolívar, El Libertador.
Quando fala de controle de fronteiras então, o candidato (como já tem sido costumeiro ouvirmos asneiras semelhantes de tempos em tempos e de vários "gênios" da geopolítica sempre que se debate nossos problemas internos de Segurança Pública) chega ao limiar do rídiculo ou, quem sabe, mas pouco provável, ao limiar da ignorância.
Será que o candidato desconhece que a fronteira do México - "limpa" (sem maiores barreiras visuais) e ainda dotada de barreiras naturais como uma grande extensão do Rio Grande em posição transversal (muito mais fácil de monitorar) - que os Estados Unidos da América tentam nazistamente (chegando ao absurdo de muros, cêrcas e vistas grossas para fazendeiros "matadores") e não conseguem "fechar" mesmo com todo seu gigantesco aparato tecnológico-aeroespacial, policial e militar...
Será que o candidato desconhece que aquela fronteira tem simplesmente menos que a metade da extensão que as fronteiras de apenas um (01) de nossos 27 estados com apenas um (01) de nossos 10 vizinhos?
E que nossas fronteiras, em sua maior parte, são "vivas", invísíveis à vigilia espacial por causa das mais diversas formas de cobertura vegetal e dotadas, em vez de barreiras, de pontes naturais como trilhas na floresta, áreas pantanosas alagadas, floresta tropical densa, cidades-gêmeas e/ou rios em posição longitiudinal?
Será que o sujeito não consegue perceber que nenhum país do mundo pode controlar esse tipo de fronteira senão pela cooperação e integração ativa, colaborativa e respeitosa com o "lado de lá"?
E que qualquer outro discurso é pura demagogia factóide fascista?
Será que o candidato não consegue ter a grandeza necessária para perceber que nossos crescimento, estabilidade e segurança estão inexorávelmente atados ao mesmo para nossos vizinhos?
Em contrapartida, que nos salve a visão moderna, ponderada e sensata de gente crescida como o empresário Eike Batista que demonstra a consciência lúcida e translúcida de que ser grande pressupõe saber que pouco vale querer ser grande sozinho apequenando gente aos milhões, com milhões e por milhões que nunca, sob esta perspectiva, chegarão a bilhões.
Com a palavra, quem já chegou lá, aos bilhões, e está apenas começando.
P.S.: Enquanto escrevia este "post", acabei de ouvir mais uma "pérola" de sinismo desesperado (ou desespero simplesmente): o 'de cujus' candidato acabou de insinuar que sua eleição seria a única forma de viabilizar a volta do Exmo. Sr. Presidente Lula da Silva em 2014 pois "...caso a Dilma seja eleita, Lula não se elege mais nem deputado..." O ex-Governador de São Paulo agora pretende angariar votos como pseudo-cabo (acho que está mais para caco) eleitoral, ou sei lá o que ele quis dizer, do seu "grande amigo" Presidente, em 2014. Que me desculpem a expressão, mas: "pirou o cabeção" de vez!
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