Saturday, September 11, 2010

♫ ::: Yamandu '50 Fingers' Costa - Disparada

11/09 (Tue) > ¡Viva Chile! And peace be upon US as so!

September, 11th, Tuesday.  
Which one should we remind today? 
I guess both. ¡Viva Chile! And peace be upon US as so!

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Terça-feira, 11 de setembro. 
Qual das duas devemos lembrar hoje? 
Acho que ambas. ¡Viva Chile! And peace be upon US as so!

 

Friday, September 10, 2010

Enquanto Serra discursa como um "estadista" com idade mental não superior à de um menino de 05 anos de idade, vale ouvir o que "gente grande" tem a dizer.

Eike sobre Evo


video

Seja no Brasil, seja em qualquer potência populacional, territorial, econômica ou bélica do mundo, não me parece muito inteligente que um candidato a Presidente faça sua campanha atacando meia vizinhança (com quem hoje se convive na melhor possível das harmonias) do país que se diz pronto para governar.

Dos 10 países vizinhos, o que é "muita vizinhança" para qualquer país, o estadista-mirim candidato oposicionista (que no desespero da beira do abismo, também tem a desfaçatez de sucumbir à tentação de rememorar sua ligação de amizade com o Exmo. Sr. Presidente Lula da Silva num passado longínquo) já depreciou verbalmente, de alguma ou outra forma, metade dos países e/ou governos vizinhos como nos casos de Uruguai, Paraguai, Bolívia, Equador (quase vizinho) e Venezuela.

Por decorrência, ataca veladamente também a Argentina, nosso maior vizinho que, como no caso da Bolívia, nossa maior fronteira, segue hoje em perfeita sintonia com o projeto comum que - depois de trezentos anos de saque, submissão, subversões totalitárias em série e corrupção - vem mudando a face do continente como um todo.

Não se trata aqui de gostar ou não, aprovar ou não as lideranças democraticamente eleitas dos nossos sócios no Projeto América do Sul.

Trata-se apenas de bom senso e do respeito à soberania que devemos e, por outro lado, queremos.

No caso da Bolívia, qualquer comentário como os feitos ultrapassam o limiar do asqueroso, eivados que são, no fundo, de preconceitos contra o primeiro Presidente boliviano que tem a "cara" da maioria absoluta do seu povo e, talvez por isso mesmo, vem fazendo o melhor Governo de toda a história do seu país no  mínimo desde os tempos imemoriais de Bolívar, El Libertador.

Quando fala de controle de fronteiras então, o candidato (como já tem sido costumeiro ouvirmos asneiras semelhantes de tempos em tempos e de vários "gênios" da geopolítica sempre que se debate nossos problemas internos de Segurança Pública) chega ao limiar do rídiculo ou, quem sabe, mas pouco provável, ao limiar da ignorância.

Será que o candidato desconhece que a fronteira do México - "limpa" (sem maiores barreiras visuais) e ainda dotada de barreiras naturais como uma grande extensão do Rio Grande em posição transversal (muito mais fácil de monitorar) - que os Estados Unidos da América tentam nazistamente (chegando ao absurdo de muros, cêrcas e vistas grossas para fazendeiros "matadores") e não conseguem "fechar" mesmo com todo seu gigantesco aparato tecnológico-aeroespacial, policial e militar...

Será que o candidato  desconhece que aquela fronteira tem simplesmente menos que a metade da extensão que as fronteiras de apenas um (01) de nossos 27 estados com apenas um (01) de nossos 10 vizinhos?

E que nossas fronteiras, em sua maior parte, são "vivas", invísíveis à vigilia espacial por causa das mais diversas formas de cobertura vegetal e dotadas, em vez de barreiras, de pontes naturais como trilhas na floresta, áreas pantanosas alagadas, floresta tropical densa, cidades-gêmeas e/ou rios em posição longitiudinal?

Será que o sujeito não consegue perceber que nenhum país do mundo pode controlar esse tipo de fronteira senão pela cooperação e integração ativa, colaborativa e respeitosa com o "lado de lá"?

E que qualquer outro discurso é pura demagogia factóide fascista?

Será que o candidato não consegue ter a grandeza necessária para perceber que nossos crescimento, estabilidade e segurança estão inexorávelmente atados ao mesmo para nossos vizinhos?

Em contrapartida, que nos salve a visão moderna, ponderada e sensata de gente crescida como o empresário Eike Batista que demonstra a consciência lúcida e translúcida de que ser grande pressupõe saber que pouco vale querer ser grande sozinho apequenando gente aos milhões, com milhões e por milhões que nunca, sob esta perspectiva, chegarão a bilhões.

Com a palavra, quem já chegou lá, aos bilhões, e está apenas começando.

P.S.: Enquanto escrevia este "post", acabei de ouvir mais uma "pérola" de sinismo desesperado (ou desespero simplesmente): o 'de cujus' candidato acabou de insinuar que sua eleição seria a única forma de viabilizar a volta do Exmo. Sr. Presidente Lula da Silva em 2014 pois "...caso a Dilma seja eleita, Lula não se elege mais nem deputado..." O ex-Governador de São Paulo agora pretende angariar votos como pseudo-cabo (acho que está mais para caco) eleitoral, ou sei lá o que ele quis dizer, do seu "grande amigo" Presidente, em 2014. Que me desculpem a expressão, mas: "pirou o cabeção" de vez!

The Lula Lieutenant Calming Business in Brazil - BusinessWeek

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