Saturday, October 2, 2010

Bulgária em pêso torce por "Dilmano Rusef". E por motivos menos peculiares, a América Latina, a África e todos os que querem um planeta mais justo e equilibrado.




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Bulgarians proud to see one of their own as president of Brazil


MIHAILINA DIMITROVA AND VESSELIN ZHELEV
01.10.2010 @ 19:31 CET

BRUSSELS - She was a Marxist and a guerrilla. She was in jail. She was twice divorced.

She is half-Bulgarian.

And, bar an upset, she is sure to head the wold's fifth most populous state and eighth largest economy.

Sixty-two year old Dilma Rousseff is expected to become Brazil's first female president, possibly from the first round of the election scheduled for 3 October.

Brazilian presidential election front-runner Dilma Rousseff poses in the presidential plane (Photo: 24 Chasa)

The latest victory she won was a year ago against lymph node cancer.

She began her election campaign straight from chemotherapy.

In the Balkan homeland of her late father Petar Rusev (known also as Pedro Rousseff), news about Brazil has so far been limited to the Rio Carnival, football and samba. Now papers dedicate whole pages to "our kinswoman" tipped to become one of the world's most influential leaders.

And people proudly read about her extraordinary path in life.

Pedro Rousseff, who died in 1962, emigrated from his native town of Gabrovo in central Bulgaria to France in 1929.

Later he settled in Belo Horizonte, south eastern Brazil, where he became a rancher and married Dilma Jane Silva, Ms Rousseff's mother.

Just finished boarding school, French and piano lessons, 17-year old Ms Rousseff headed a guerrilla group fighting Brazil's 1964-1985 military junta.

She led men who stole $2.5 million from the office of the Sao Paolo Governor in 1969.

She then served a prison sentence from 1970 to 1973 and was repeatedly tortured.

Once out of jail, she graduated in economics and, after the restoration of democracy in the mid-1980s, helped re-establish the Workers' Party of current President Luiz Inacio Lula da Silva where she rose to become his chief of staff.

Mr Lula, the most popular Brazilian leader ever, is not allowed to run for a third term. He threw all his weight behind Ms Rousseff voicing confidence she would continue his pragmatic economic policies that fostered growth and delivered aid to low income groups.

Pollsters give Ms Rousseff 51 percent of the vote compared to just over 25 percent for her main contender Sao Paolo governor Jose Serra, who lost the 2002 presidential polls to Mr Lula.

If she wins, she will be the third consecutive female state leader over recent years in Latin America where politics is predominantly a male world. Ms Rousseff will follow in the footsteps of Argentina's President Cristina Fernandez de Kirchner and her former colleague from Chile, Michele Bachelet.

Although she speaks no Bulgarian, Ms Rouseff's Bulgarian background became a colourful detail in the Brazilian media coverage of her campaign. In an interview for the SBT TV she sent her love to all Bulgarians. "I had a brother who lived in Bulgaria," said Ms Rousseff referring to Lyuben Rousseff. "He died recently. I'm sorry, I have no other relatives in Bulgaria."

However, the Sofia daily, Trud, proved her wrong. Its reporters found Mr Rousseff's nephew Bozhidar Baikushev, who said he would be proud to see his distant relative elected president of Brazil.

Saturday, September 11, 2010

♫ ::: Yamandu '50 Fingers' Costa - Disparada

11/09 (Tue) > ¡Viva Chile! And peace be upon US as so!

September, 11th, Tuesday.  
Which one should we remind today? 
I guess both. ¡Viva Chile! And peace be upon US as so!

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Terça-feira, 11 de setembro. 
Qual das duas devemos lembrar hoje? 
Acho que ambas. ¡Viva Chile! And peace be upon US as so!

 

Friday, September 10, 2010

Enquanto Serra discursa como um "estadista" com idade mental não superior à de um menino de 05 anos de idade, vale ouvir o que "gente grande" tem a dizer.

Eike sobre Evo



Seja no Brasil, seja em qualquer potência populacional, territorial, econômica ou bélica do mundo, não me parece muito inteligente que um candidato a Presidente faça sua campanha atacando meia vizinhança (com quem hoje se convive na melhor possível das harmonias) do país que se diz pronto para governar.

Dos 10 países vizinhos, o que é "muita vizinhança" para qualquer país, o estadista-mirim candidato oposicionista (que no desespero da beira do abismo, também tem a desfaçatez de sucumbir à tentação de rememorar sua ligação de amizade com o Exmo. Sr. Presidente Lula da Silva num passado longínquo) já depreciou verbalmente, de alguma ou outra forma, metade dos países e/ou governos vizinhos como nos casos de Uruguai, Paraguai, Bolívia, Equador (quase vizinho) e Venezuela.

Por decorrência, ataca veladamente também a Argentina, nosso maior vizinho que, como no caso da Bolívia, nossa maior fronteira, segue hoje em perfeita sintonia com o projeto comum que - depois de trezentos anos de saque, submissão, subversões totalitárias em série e corrupção - vem mudando a face do continente como um todo.

Não se trata aqui de gostar ou não, aprovar ou não as lideranças democraticamente eleitas dos nossos sócios no Projeto América do Sul.

Trata-se apenas de bom senso e do respeito à soberania que devemos e, por outro lado, queremos.

No caso da Bolívia, qualquer comentário como os feitos ultrapassam o limiar do asqueroso, eivados que são, no fundo, de preconceitos contra o primeiro Presidente boliviano que tem a "cara" da maioria absoluta do seu povo e, talvez por isso mesmo, vem fazendo o melhor Governo de toda a história do seu país no  mínimo desde os tempos imemoriais de Bolívar, El Libertador.

Quando fala de controle de fronteiras então, o candidato (como já tem sido costumeiro ouvirmos asneiras semelhantes de tempos em tempos e de vários "gênios" da geopolítica sempre que se debate nossos problemas internos de Segurança Pública) chega ao limiar do rídiculo ou, quem sabe, mas pouco provável, ao limiar da ignorância.

Será que o candidato desconhece que a fronteira do México - "limpa" (sem maiores barreiras visuais) e ainda dotada de barreiras naturais como uma grande extensão do Rio Grande em posição transversal (muito mais fácil de monitorar) - que os Estados Unidos da América tentam nazistamente (chegando ao absurdo de muros, cêrcas e vistas grossas para fazendeiros "matadores") e não conseguem "fechar" mesmo com todo seu gigantesco aparato tecnológico-aeroespacial, policial e militar...

Será que o candidato  desconhece que aquela fronteira tem simplesmente menos que a metade da extensão que as fronteiras de apenas um (01) de nossos 27 estados com apenas um (01) de nossos 10 vizinhos?

E que nossas fronteiras, em sua maior parte, são "vivas", invísíveis à vigilia espacial por causa das mais diversas formas de cobertura vegetal e dotadas, em vez de barreiras, de pontes naturais como trilhas na floresta, áreas pantanosas alagadas, floresta tropical densa, cidades-gêmeas e/ou rios em posição longitiudinal?

Será que o sujeito não consegue perceber que nenhum país do mundo pode controlar esse tipo de fronteira senão pela cooperação e integração ativa, colaborativa e respeitosa com o "lado de lá"?

E que qualquer outro discurso é pura demagogia factóide fascista?

Será que o candidato não consegue ter a grandeza necessária para perceber que nossos crescimento, estabilidade e segurança estão inexorávelmente atados ao mesmo para nossos vizinhos?

Em contrapartida, que nos salve a visão moderna, ponderada e sensata de gente crescida como o empresário Eike Batista que demonstra a consciência lúcida e translúcida de que ser grande pressupõe saber que pouco vale querer ser grande sozinho apequenando gente aos milhões, com milhões e por milhões que nunca, sob esta perspectiva, chegarão a bilhões.

Com a palavra, quem já chegou lá, aos bilhões, e está apenas começando.

P.S.: Enquanto escrevia este "post", acabei de ouvir mais uma "pérola" de sinismo desesperado (ou desespero simplesmente): o 'de cujus' candidato acabou de insinuar que sua eleição seria a única forma de viabilizar a volta do Exmo. Sr. Presidente Lula da Silva em 2014 pois "...caso a Dilma seja eleita, Lula não se elege mais nem deputado..." O ex-Governador de São Paulo agora pretende angariar votos como pseudo-cabo (acho que está mais para caco) eleitoral, ou sei lá o que ele quis dizer, do seu "grande amigo" Presidente, em 2014. Que me desculpem a expressão, mas: "pirou o cabeção" de vez!

The Lula Lieutenant Calming Business in Brazil - BusinessWeek

The Lula Lieutenant Calming Business in Brazil - BusinessWeek